domingo, 20 de junho de 2010

recomeço...

Por que depois de tanto tempo as pessoas voltam querendo começar tudo outra vez?

Pra mexer em tudo o que já foi esquecido, ou pelo menos está guardado no baú das nossas lembranças. Pessoas tais que fizeram você rir, e fizeram você chorar, te levaram ao extremo dos dois lados do muro.

Como explicar o que sentir nessa hora? Dizer que ta tudo bem e esquecer que um dia aconteceram coisas ruins, e que pode ser tudo construído novamente?.. no meu caso não.. Nada é tão simples assim, as pessoas a meu ver não são marionetes de teatro, em que podemos guiá-las pra onde bem queremos, onde podemos fazer com que elas gostem ou não dos outros personagens do teatro.

E por que demorar tanto pra reconhecer os erros? Um dia pode ser tarde demais, e tem situações que não podem ser revertidas. É como um corpo de prova, ele pode ser reconstituído enquanto está na zona elástica, mas quando entra pra zona plástica, ele nunca mais volta ao seu estado original.

Só sei que de confusa já chega eu e meus pensamentos..

sábado, 19 de junho de 2010

O que seria taxado por normal?


Branco ou perto? Grande ou pequeno? Inocente ou experiente? Seria ser o certinho ou o errado? Gostar do seguro ou do arriscado? Ser feliz ou ser o triste? Ser sincero ou mentir? Varias contradições, mas como definir o normal?
O grande tem suas vantagens, da para alcançar no teto, explorando o que está acima de nossas cabeças, pode ser manequim, ou bolo de chocolate. O pequeno às vezes fica esquecido, escondido, às vezes é o primeiro da fila, ou o que não pode entrar na Montanha Russa, mas é nos menores frascos que estão os melhores perfumes.
Ter experiência às vezes é vantagem, saber fazer e poder ensinar, saber levar as situações ao ápice.. Mas a inocência é uma das qualidades que mais admiro e que faz rir, e ás vezes é até engraçada, saber fazer sem o mínimo de conhecimento, apenas por inocência...
Posso ser normal usando branco, peto, ou colorido, sendo simplesmente o que sou de melhor, o que sempre fui e sempre vou ser sem perder minha essência.
Posso ser normal sendo certinha, e coerente, mas devo errar, para aprender a cair e levantar com mais força para lutar, porque a subida até a montanha onde quero chegar é difícil, e o que queremos alcançar está sempre no topo, e no decorrer da vida descobrimos que o melhor não foi ter chegado até o topo, mas sim a subida.
Posso ser normal sendo segura para decidir tudo que quero e que preciso para ser o que sou, mas devo ter ousadia pra arrisca, e acertar, para que não fique frustrada pelo que fiz ou deixei de fazer, se arriscar, saberei que tentei e que mesmo não conseguindo, simplesmente TENTEI!
Ser feliz para alegrar todos á minha volta, e ser triste para mostrar que neste mundo em que vivemos nem tudo é o que parece mostrar a indignação de quem está na rua passando frio e morrendo de fome sem uma casa para morar. Indignação capaz de mudar o mundo, mas que todos abafam para deixar o mundo um pouco mais feliz.
Ter sinceridade pra mostrar que somos confiáveis, e o quão digno é o nosso caráter, mas às vezes a sinceridade machuca, e a melhor coisa a se fazer é omitir a verdade, para que isso não prejudique ninguém, uma meia mentira dói menos do que uma grande verdade.
Ser normal está fora de qualquer padrão, fora de qualquer modinha, fora de cogitação! Sendo o que somos, já deixamos de ser normal, o seu normal poder diferente do meu, que num todo não existe e nunca vai existir.