terça-feira, 25 de maio de 2010

filosofando...

Estávamos filosofando na aula de filosofia, onde o professor Rafael, estava lendo um dialogo entre dois filósofos da Grécia que não me recordo quem eram. Descobríamos então o verdadeiro significado do porque que a maioria dos filósofos usava barba. Naquela época existia muita pedofilia, e o homossexualismo era comum onde existiam o objeto (aquele que era o passivo), e o cidadão o cara que usava o objeto, (o ativo).

Os objetos era sempre homes, pois existia muito preconceito contra as mulheres, achando que elas seriam inferiores aos homens servindo apenas para procriação, e que os homens eram os únicos que proporcionavam prazeres, por serem mais inteligentes e mais desenvolvidos.. (que caia entre nós era um pensamento machista e errôneo).

Continuando, tinha uma certa idade onde os meninos que eram usados como objeto deixavam de serem objetos e viravam cidadão. Essa fase da transição entre objeto e cidadão se dava pelo crescimento da barba.

Quando os rapazes criavam barba, eles era chamados de cidadãos, não podendo mais serem objetos, ou seja, a barba era o ícone que mostrava que o cara agora era macho.. shuahsuahsuahsuahs

Objetos de valor sentimental..

Pra algumas pessoas pode parecer bobo, ou até fútil, ter algo de apresso sentimental. Às vezes é uma simples fita, mas que pra você é de suma importância. Chorar por perder uma pulseirinha que ganhou do pai que não vê há algum tempo, é normal.
É tão difícil entender que nos apegamos a coisas materiais tão pequenas, mas que nos trazem lembranças tão grandes e verdadeiras de algum momento que vai ficar marcado pra vida toda?
Às vezes pode ser uma herança de família, como um anel herdado pela mãe, ou um colar, ou mesmo que seja a amostrinha do perfume do ex-namorado. Qualquer que for o objeto, mesmo que pareça insignificante pra ti, o que importa é que ele tem um grande significado pra quem o guarda, e mesmo que todos falem ninguém mudará isso..